É quando o mundo parece ter acabado que ele realmente acaba. Mas no final da esperança ele renasce. Uma nova cidade, uma nova casa, uma nova vista para o mar toda manhã. E o mar ali a me lembrar que as ondas começam e tem fim, mas logo em seguida vem outra. Igual ao ciclo interminável dos relacionamentos na nossa vida. Aquela constante de sempre.
No começo parece somente uma ânsia. Vem de leve e causa toda aquela expectativa. Vai crescendo e crescendo, limpa e imponente até o momento em que surge a espuma da raiva, da desconfiança e do enjoo, junto com a espuma de sorrisos sem fim e suor. Chega um momento que não dá pra distinguir o que é bom e o que não é, e quando estamos no topo tudo despenca. E fico no meio daquela água turbulenta, sem conseguir emergir e respirar. Vem o desespero e a sensação de que nunca mais conseguirei sair de baixo da água. Dai a física faz meu corpo subir. O tempo se encarrega de fazer tudo que afunda, vir a tona. Até o corpo morto. E nessa hora uma força inesplicável surge e me leva para a areia. Juro que nunca mais voltarei para o mar, juro que nunca mais me molharei de novo, juro jamais abandonarei a segurança da praia solitária novamente. E dois minutos depois lá estou eu: em baixo de uma onda mais uma vez.
Mas não era assim pessimista que eu queria ser. Só queria dizer que nao existe sensação melhor do que estar no topo da onda. Saber que pode terminar a qualquer momento e continuar firme e forte é a melhor recompensa para quem acabou de cair. Perceber que é possível respirar de novo sem encher os pulmoes de água é confortante. Rir a toa o dia inteiro ao lembrar do homem que me faz rir a noite inteira. Planejar 50 destinos diferentes para nossas férias mesmo sem saber se duraremos 50 férias. Planejar nosso casamento em 3 igrejas diferentes. Discutir sobre o nome do nosso filho e sobre a hora que ele vai dormir. E depois de fazer tudo isso, tomar um banho, deitar ao seu lado e pensar que nunca na vida eu gostei de alguém assim. Nunca na vida eu vou te deixar ir embora. Então, por favor, seja meu tsunami! ¬¬
No começo parece somente uma ânsia. Vem de leve e causa toda aquela expectativa. Vai crescendo e crescendo, limpa e imponente até o momento em que surge a espuma da raiva, da desconfiança e do enjoo, junto com a espuma de sorrisos sem fim e suor. Chega um momento que não dá pra distinguir o que é bom e o que não é, e quando estamos no topo tudo despenca. E fico no meio daquela água turbulenta, sem conseguir emergir e respirar. Vem o desespero e a sensação de que nunca mais conseguirei sair de baixo da água. Dai a física faz meu corpo subir. O tempo se encarrega de fazer tudo que afunda, vir a tona. Até o corpo morto. E nessa hora uma força inesplicável surge e me leva para a areia. Juro que nunca mais voltarei para o mar, juro que nunca mais me molharei de novo, juro jamais abandonarei a segurança da praia solitária novamente. E dois minutos depois lá estou eu: em baixo de uma onda mais uma vez.
Mas não era assim pessimista que eu queria ser. Só queria dizer que nao existe sensação melhor do que estar no topo da onda. Saber que pode terminar a qualquer momento e continuar firme e forte é a melhor recompensa para quem acabou de cair. Perceber que é possível respirar de novo sem encher os pulmoes de água é confortante. Rir a toa o dia inteiro ao lembrar do homem que me faz rir a noite inteira. Planejar 50 destinos diferentes para nossas férias mesmo sem saber se duraremos 50 férias. Planejar nosso casamento em 3 igrejas diferentes. Discutir sobre o nome do nosso filho e sobre a hora que ele vai dormir. E depois de fazer tudo isso, tomar um banho, deitar ao seu lado e pensar que nunca na vida eu gostei de alguém assim. Nunca na vida eu vou te deixar ir embora. Então, por favor, seja meu tsunami! ¬¬
0 comentários:
Postar um comentário