Nós estamos indo sempre em vias opostas. Você me quer de reserva, o oficial é o seu ego. Eu quero você de oficial, os outros são só reserva. Essa parte você nunca entende e as vezes isso é bom, porque se você entendesse só aumentaria o seu ego e assim você precisaria menos do seu reserva. Quando eu largo alguma coisa é o meu mundo, para ficar com você. Você me larga para ficar com o seu mundo.
E estamos sempre como carros indo em direções opostas. Eu te vejo vindo de longe e fico esperando você chegar. Mas você não pára. Passa reto e ás vezes dá uma buzinadinha, só pra ter certeza que eu te vi. Enquanto você passa, promete pra mim que vai ser sempre meu, mas diz que não tem freio. E eu você já sabe, quando não estou bem eu acelero. E corro mais para quem sabe um dia ficar tão longe de ti que eu possa te esquecer. Mas estamos correndo em circulos e não vai demorar muito para nos encontrarmos de novo. Logo eu te vejo no seu conversível vermelho com seus cabelos ao vento, acompanhado de uma 'loirassa' e de uma 'morenassa'. E eu semi-loira e semi-morena estou sempre no meu fusquinha, fingindo que ele é grande coisa. Tem gente que até acredita, às vezes até eu. Vez ou outra você elogia o meu fusquinha e diz que quer sempre andar ao meu lado, mas ainda existe a história do freio. Então mais uma vez eu te vejo pelo retrovisor, e você mais uma vez acena pra mim daquele jeito de quem sabe que vai passar por mim de novo e que mais uma vez não vai parar.
É assim a nossa história, o nosso autódromo.
E estamos sempre como carros indo em direções opostas. Eu te vejo vindo de longe e fico esperando você chegar. Mas você não pára. Passa reto e ás vezes dá uma buzinadinha, só pra ter certeza que eu te vi. Enquanto você passa, promete pra mim que vai ser sempre meu, mas diz que não tem freio. E eu você já sabe, quando não estou bem eu acelero. E corro mais para quem sabe um dia ficar tão longe de ti que eu possa te esquecer. Mas estamos correndo em circulos e não vai demorar muito para nos encontrarmos de novo. Logo eu te vejo no seu conversível vermelho com seus cabelos ao vento, acompanhado de uma 'loirassa' e de uma 'morenassa'. E eu semi-loira e semi-morena estou sempre no meu fusquinha, fingindo que ele é grande coisa. Tem gente que até acredita, às vezes até eu. Vez ou outra você elogia o meu fusquinha e diz que quer sempre andar ao meu lado, mas ainda existe a história do freio. Então mais uma vez eu te vejo pelo retrovisor, e você mais uma vez acena pra mim daquele jeito de quem sabe que vai passar por mim de novo e que mais uma vez não vai parar.
É assim a nossa história, o nosso autódromo.
1 comentários:
Eita ;~
Muito bom o texto :)
Foge do autódromo, faz um shortcut pra outra estrada ;~
nem que tenha que destruir tudo pelo caminho :x
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